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Prosperous Vodka vence Prémio do “International Taste Institute”

Com uma forte tradição na produção de rum – o célebre e genuíno grogue de Cabo Verde -, o País aventura-se agora na produção da sua primeira vodka nacional.

“Prosperous” – sucessora dos gins “Oásis” e “Kriol” – é uma vodka premium à base de trigo – particularidade que lhe confere um carácter e sabor únicos – e destilada com perícia, a partir da selecção dos melhores ingredientes locais. Esta é uma opção consciente dos seus promotores e que se deve, essencialmente, a uma política de apoio à promoção do desenvolvimento local.

A empresa, sediada na cidade da Praia e responsável pela produção, desde Dezembro de 2019, da primeira marca de vodka cabo-verdiana, aposta fortemente na excelência, privilegia o trabalho e as parcerias com pequenos negócios e produtores e, procurando ser fiel à sua política de responsabilidade social, emprega, maioritariamente, jovens em dificuldade.

Não obstante a sua tenra idade, a Prosperous Vodka venceu recentemente o Prémio do “International Taste Institute” de Bruxelas, atribuído por um júri de especialistas externos e independentes, peritos em sabores profissionais, de mais de 20 países e membros das mais prestigiadas associações de Chefs e Sommeliers, alguns deles com estrelas Michelin.

Este é, sem dúvida, um importante estímulo em reconhecimento da aposta e do investimento que a jovem empresa tem vindo a fazer na excelência e na qualidade, e um estímulo que se poderá também traduzir em interessantes oportunidades de negócios e de expansão do seu mercado … levando consigo, orgulhosamente, o nome de Cabo Verde!

Aquasun Energia e Água confirma investimento de 23 milhões de euros até 2022

O grupo Aquasun Energia e Água em Cabo Verde confirmou na quarta-feira a realização, até 2022, de investimentos na ordem dos 23 milhões de euros no município do Porto Novo, Santo Antão e de 67 milhões de euros em São Domingos, Santiago.

Ler mais: Aquasun Energia e Água confirma investimento de 23 milhões de euros até 2022 (expressodasilhas.cv)

Confeções Alves Monteiro: Um caso de sucesso costurado com resiliência

Quatro máquinas em segunda mão, compradas com grande esforço pelo casal João Pedro Lopes Monteiro e Isabel Alves Fernandes, marcam o início da Confecções Alves Monteiro. A primeira delas era uma Bagati, que custou 33 mil escudos. Começaram por fazer consertos e, para entender o processo, descosturavam peças prontas e refaziam-nas, para aprender como tinham sido costuradas … e o negócio foi crescendo a partir daí! Esta é a estória desta empresa genuinamente cabo-verdiana, alinhavada e costurada com muita resiliência.


Com orgulho, Jael Alves Monteiro, filha do casal e atual responsável da Confecções Alves Monteiro, conta-nos que a empresa nasceu nos anos 80, resultado de um legado familiar, já que, décadas antes, o seu pai havia aprendido em casa a arte de costurar.


Com o aumentar das encomendas, empregaram mais jovens, abriram uma pequena oficina para dar resposta às solicitações e formalizaram a empresa em 1995. A ambição, o empenho e o trabalho árduo contribuíram para que a Alves Monteiro seja hoje a maior fábrica de confecções do país com capital 100% cabo-verdiano, empregando cerca de 70 funcionários, maioritariamente mulheres, e com presença comercial em todas as ilhas. A Alves Monteiro opera na zona industrial de Achada Grande Trás, na capital, tem lojas próprias em Santiago, S. Vicente, Fogo e Sal e representações comerciais, que revendem as suas peças, nas restantes ilhas do país. O seu produto de maior procura são os uniformes, para os mais diversos fins, desde escolares a hospitalares.


Influenciada pelo exemplo dos pais, a marca Shanna, uma espécie de “spin off” da Alves Monteiro, nasce em 2018, por iniciativa de Jael Alves Monteiro. Criada para o público feminino, produz vestuário, lençóis, toalhas de banho, pijamas e pensos higiénicos reutilizáveis. Emprega apenas jovens mulheres e aposta num conceito “plastic free” e “eco friendly”. O objectivo de futuro é conseguir exportar para os PALOP e CEDEAO, mercados promissores, pelo número de potenciais clientes e pela vasta procura a nível têxtil.


No entanto, a pandemia testou a capacidade de resiliência da Confecções Alves Monteiro, que teve de fazer adaptações a nível sanitário. Por outro lado, também ofereceu oportunidades à empresa, que contratou mais pessoal para conseguir dar resposta à nova necessidade do mercado: as máscaras reutilizáveis.


“Como empresária, vejo a pandemia como uma oportunidade para reestruturar o nosso negócio, inovar e transformar os desafios em oportunidades de crescimento”, afirma a gestora. E é por isso que a responsável pelas duas empresas afirma que o ano de 2020 foi o melhor “mesmo com a pandemia e devido à pandemia”.


Em 2021, a Alves Monteiro continua a enfrentar o desafio de se manter no mercado (e de florescer!) nesta nova realidade. De acordo com a gestora, baixar os braços não é opção e, por isso, a todo o vapor, continuam a desenvolver novos produtos que possam fazer sentido no mercado e, assim, enfrentar a pandemia com a mesma resiliência com que as marcas Alves Monteiro e Shanna são já conhecidas.

Newsletter do 1º trimestre de 2021

Saiba quantos projectos de investimento foram aprovados no primeiro trimestre de 2021.

CVTI_Newsletter_n6-PT.pdf (cvtradeinvest.com)

CVTI_Newsletter_n6-EN.pdf (cvtradeinvest.com)

CVTI participa no fórum de Investimento e Negócios Sustentáveis entre a República Checa e Cabo Verde

CV TradeInvest participa em fórum de Investimento de Impacto e de Negócios Sustentáveis com Cabo Verde

A República Checa acolheu no do 21 de maio o primeiro Fórum de Investimento de Impacto e de Negócios Sustentáveis com Cabo Verde. A Cabo Verde TradeInvest esteve presente através da participação do seu Delegado na Europa do Norte, José Martins, numa iniciativa que visa promover o arquipélago naquele país europeu, informou hoje a organização.

O evento foi organizado pela Câmara do Comércio Checo-Cabo-verdiana, uma organização que promove o desenvolvimento dos negócios entre as empresas checas e cabo-verdianas e incentiva as entidades não-comerciais a desenvolver actividades entre os dois Países.

O fórum que aconteceu em suporte ‘online’, contou com as participações do vice-primeiro-ministro da República Checa, Karel Havlicek, do vice-primeiro-ministro de Cabo Verde, Olavo Correia, e do ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva.

Participaram ainda o vice-ministro da Agricultura, Jiri Sir, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Martim Tapla, os embaixadores de Cabo Verde em Bruxelas e Portugal, José Filomeno e Eurico Monteiro.

“Neste projeto de construção de Cabo Verde como país plataforma, a diplomacia económica, mas sobretudo a nossa capacidade para atrair o investimento direto estrangeiro, é uma questão essencial, uma questão estratégica, determinante para o nosso futuro coletivo. Desde logo, a República Checa, enquanto país europeu, tem um papel importantíssimo a desempenhar enquanto investidor em Cabo Verde e tudo faremos para que isto aconteça”, enfatizou o vice-primeiro-ministro de Cabo Verde.

Apelando ao interesse dos investidores e empresários checos, o governante garantiu o objetivo do executivo de oferecer “um bom ambiente de negócios”, assim como um “quadro macroeconómico estável, previsível, que cria confiança a todos os investidores, nacionais e internacionais”.

Saiba mais em: Cabo Verde aposta na diplomacia económica para captar investimento estrangeiro – Balai

Água Luxury Resort recebe certificado de investimento

O projecto Água Luxury Resort recebeu o certificado de registo de investimento, entregue pela Cabo Verde TradeInvest através da gestora de clientes, Sandra Nazaré, a Massimo Faelli, sócio da sociedade LH Turística, no dia 5 de maio, na ilha do Sal, em Santa Maria.

O empreendimento turístico é um investimento italiano que se vai instalar na Praia do Estoril em Sal Rei, na ilha da Boa Vista.

O investimento está orçado em 617.873.235$00 (seiscentos e dezassete milhões e oitocentos e setenta e três mil duzentos e trinta e cinco escudos) e prevê a criação de 53 postos de trabalho.

O projecto consiste na construção de um resort numa área de 7.140m2 com 72 quartos, dos quais 20 serão suites, num total de 75 camas, além de espaços dedicados à recepção, bar, restaurantes, spa, ginásio, piscinas, áreas de jardim e teatro.

Porquê Cabo Verde? Enrique Bãnuelos de Castro explica a escolha do país para o “Little Africa Maio”

“PORQUÊ CABO VERDE?

Cabo Verde tem uma localização única e privilegiada no Atlântico Médio, a 550 km do continente africano, a 3,5 horas de voo da Europa e do Brasil de 2 a 6 horas dos EUA, tendo todas as condições para se tornar um hub de serviços internacionais. Além de sua localização, Cabo Verde é um país seguro, com clima ameno e sem desastres naturais.

A estabilidade macroeconômica, paridade com o Euro, um Estado democrático, sem problemas raciais ou religiosos, amado por toda a comunidade internacional, e graças a Deus sem recursos naturais (diamantes, petróleo, etc.) que incitam a ganância e as guerras.”

Leia mais em: Maio Cape Verde, Little Africa a quality place to live – Maio, Cape Verde – Last Cabo Island Paradise

Guia de Investimento em Cabo Verde

O Guia de Investimento em Cabo Verde, realizado pela Cabo Verde TradeInvest, pretende conceder as informações base sobre o país, os benefícios e os passos para realizar investimento nacional.

Saiba mais em: Guia-do-investimento2021.pdf (cvtradeinvest.com)

Portoil recebe certificado de registo de investimento pela Cabo Verde TradeInvest

A Cabo Verde TradeInvest entregou o certificado de registos de investimento ao representante da Portoil Energy Lda, Adalberto Mendes, através da gestora de clientes, Eunice Fernandes, na sede da agência, na cidade da Praia.

A empresa irá ficar instalada na capital de Cabo Verde desenvolvendo o negócio de comercialização internacional de produtos petrolíferos a grosso, designadamente combustíveis sólidos, líquidos e gasosos, como petróleo e gás.

A Portoil Energy Lda foi registada no Centro Internacional de Negócios de Cabo Verde (CIN-CV), enquadrando-se nos moldes das organizações beneficiárias do regime de incentivos do CIN-CV.

O projecto representa um investimento inicial de 175 510 (cento e setenta e cinco mil, quinhentos e dez euros) e prevê a criação de 10 postos de trabalho.

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