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Garça Real prepara nova exportação de grogue para os EUA

A Garça Real, marca de bebidas espirituosas, produzidas e engarrafadas em Santo Antão, está a preparar nova exportação para o mercado dos Estados Unidos da América para realizar ainda este ano.

A intenção de continuar a exportar foi motivada pelo sucesso do produto nesse mercado resultante da primeira experiência realizada em dezembro do ano passado, quando a empresa exportou um contentor de 20 pés com cerca de 8 a 10 mil garrafas de grogue.

De acordo com a gestora da marca, Helena Delgado, a recepção do mercado foi muito boa, o que motivou a proposta de fazer novo envio em breve com o mesmo volume. Acrescentou ainda que a empresa tem planos para exportar os seus produtos para a Europa a breve trecho.

A empresa faz o engarrafamento do seu produto na localidade de Garça, na Ribeira Grande de Santo Antão, sendo uma empresa da família Oliveira Delgado, que tradicionalmente faz a extração da cana sacarina e produção do grogue há mais de 100 anos. Da bebida engarrafada, são comercializados o grogue, grogue velha e ponche de Mel de Cana.

A Garça Real esteve presente na primeira Expo Económica e Comercial China – África que teve lugar em novembro de 2019, na província de Hunan, com a presença de mais de 10 mil convidados de 53 países africanos, tendo representado Cabo Verde no certame. No mesmo mês também participou na feira de Xangai, juntamente com uma delegação nacional liderada pelo Ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro.

A marca Garça Real foi lançada em agosto de 2017 e está inscrita no Diretório de Empresas Exportadoras e Prestadoras de Serviço da Cabo Verde TradeInvest.

Kriol Distillery exporta para França pela primeira vez

A marca de bebidas espirituosas Kriol Distillery exportou 3 456 garrafas de vodka, de 70cl, com destino a França esta semana  pela primeira vez e pretende chegar a outros mercados internacionais europeus.

De nacionalidade cabo-verdiana e com base em Santiago, além da vodka, a empresa produz Gin normal e Pink Gin (com mistura da flor do bissap), fornecendo o mercado nacional e também internacional.

Prémio do International Taste Institute para Gin Oásis

Aplicativo “Na nos mon” vai ajudar no combate ao coronavírus

Com o aplicativo instalado no telemóvel, as pessoas podem receber uma notificação a alertar que estiveram perto de alguém infetado com covid-19. Mas, nunca saberão como, onde e quando.

Saiba mais em: http://www.rcv.cv/index.php?paginas=21&id_cod=24678

Prémio do International Taste Institute para Gin Oásis

Há dois anos iniciaram um levantamento pelas ilhas para identificar e seleccionar componentes que poderiam dar origem a um produto único e diferenciador.

Mais informações em: https://anacao.cv/grupo-oasis-atlantico-recebe-premio-do-international-taste-institute-pelo-seu-gin-oasis/

Emprofac já colocou no mercado 64.000 máscaras ‘made in’ Cabo Verde

Cerca de 64 mil máscaras comunitárias produzidas em Cabo Verde, para prevenir a transmissão do novo coronavírus, já foram colocadas no mercado cabo-verdiano, disse, em entrevista à Lusa, o presidente da empresa pública Emprofac, Fernando Gil Évora.

Saiba mais em: https://expressodasilhas.cv/pais/2020/05/22/emprofac-ja-colocou-no-mercado-64000-mascaras-made-in-cabo-verde/69578

iFome primeira empresa nacional classificada no no Startup Blink

A startup cabo-verdiana iFome está classificada na primeira posição entre 12 outras nacionais no Startup Blink, uma agência que se dedica a mapear ecossistemas tecnológicos no mundo inteiro.

Mais informações em: http://www.rcv.cv/index.php?paginas=21&id_cod=24563

PrimeBotics usa drones para pulverizar desinfestantes em possíveis áreas contaminadas

O Erico é um jovem Cabo-verdiano de Porto Novo em Santo Antão. Em 2019, com o apoio da fundação Tony Elumelu, criou a sua empresa PrimeBotics, Lda. para atuar no ramo da robótica, focada no desenvolvimento de pequenos robôs para fins educacionais, design/impressão 3D e construção de grandes drones para serem utilizados na agricultura e no reflorestamento. O seu objetivo é criar soluções tecnológicas para ajudar agricultores, organizações governamentais e ONG´s ligadas à agricultura e educação em Cabo Verde e em todo o mundo.

Em tempos de COVID-19, o PrimeBotics alterou a sua ação no mercado, no sentido de dar resposta às necessidades que se põe:

. Utilizou impressoras 3D para produzir viseiras e óculos de proteção, que foram doadas ao Hospital de São Vicente e Santo Antão. Neste momento momento está a preparar os seus drones para
. Utilizar o mecanismo de pulverização de pesticidas e fertilizantes (projeto original), para pulverizar desinfestantes em possíveis áreas contaminadas;
. Transporte rápido de espécimes para análise, materiais médicos, medicamentos entre outros bens, para populações isoladas. Os seus drones conseguem viajar longas distâncias e o maior carrega até 5KG, tem sistema de navegação GPS, comunicação DataLink e pode ser operado remotamente ou de forma autónoma.

JBey: Grogue da Brava quer entrar no mercado da Praia

A marca JBey, especializada em grogue velha, do produtor José Andrade, foi recentemente lançada na ilha do Fogo, no mês de abril, onde a recetividade foi muito positiva.

Jbey tem três produtos no mercado: grogue com um ano, grogue de 4 anos e grogue de 7. As bebidas têm sido especialmente procuradas por emigrantes de passagem na ilha da Brava que de boca em boca descobrem o produto.

A bebida espirituosa é vendida a um preço superior no mercado devido a um processo de valorização que José Andrade quer trazer ao produto em comparação com alguns Rum vendidos no mercado internacional, não esquecendo que Rum é a categoria de bebida em que tem sido inserido o grogue na altura da exportação para os mercados especialmente do AGOA (African Growth and Opportunity Act).

“É uma bebida para ser bebida em ocasiões especiais”, afirmou o seu produtor, relembrando que já foi considerada pelo guia turístico francês Le Cap Vert como estando “entre os melhores do arquipélago”.

Mas mais que promover o seu produto, José Andrade, quer promover a sua ilha, o seu arquipélago e o grogue em geral de forma a que a sua marca e outras nacionais se possam encontrar entre as melhores prateleiras das lojas internacionais, identificadas como produtos de elevada qualidade.

Para isso, a valorização tem de começar primeiro no seu país. Sendo que a quantidade de produção é reduzida, e dependente das condições climatéricas do país, “o grogue tem de ter um conceito diferente, de uma bebida com classe”. O próximo passo será ter uma representação na Cidade da Praia, que deverá acontecer antes do final do ano.

Aliado à produção de grogue, José Andrade construiu um trapiche que tem sido considerado como um espaço de atração turística na vila de Fajã D’Água.